domingo, 28 de outubro de 2012


Sapo-dourado

O sapo-dourado ou sapo-de-monteverde (Bufo periglenes), habitou em alguns locais em bosques de Monteverde, na Costa Rica, na América Central. Está classificado pela IUCN como extinta. Desde 1989 não se avistou mais nenhum indivíduo desta espécie. 


A espécie, que foi descoberta em 1960, só foi avistada numa pequena região de grande altitude, de bosque, em Monteverde, numa área de apr
oximadamente 10 km². 

A extinção do sapo-dourado é citada como exemplo do declínio das populações de anfíbios. Entre as causas para a sua extinção são apontadas as mudanças climática devido ao aquecimento global.

Fonte: Wikipedia

Arapaçu-de-cerrado

O arapaçu-de-cerrado (Lepidocolaptes angustirostris) é uma ave passeriforme da família Dendrocolaptidae. Recebe, também, os nomes populares de arapaçu-de-supercílio-branco, arapaçu-do-cerrado, 
cata-barata e cutia-de-pau.


Tem cerca de 20 centímetros. É inconfundível pelo branco muito vivo da faixa supra-ocular e 
das partes inferiores. Sua voz caracteriza-se por um chamado melodioso “djü-rüt” e por melancólicos tremulantes assobios, “drüiü”.

Encontra seu alimento com a ajuda do seu bico enquanto fuça nos troncos e galhos, em bromélias, em postes de madeira e em mourões de cerca. Come principalmente insetos, como formigas, besouros e lagartas de borboletas, além de aranhas, escorpiões, moscas, pererecas, girinos e lagartixas.

Nidifica em árvores velhas, usando em geral ocos abandonados por pica-paus. Reveste a cavidade 
com folhas e cascas de árvores, e aí põe dois ovos branco-puros.

Associa-se, após a quadra reprodutiva, a bandos mistos de pássaros. É encontrado quase sempre aos casais.

Vive no cerrado, na caatinga e em lugares abertos, com árvores esparsas.

Este pássaro tem o hábito de subir pelos troncos das árvores, agarrado pelos pés, enquanto enfia o bico em fendas e por baixo das cascas; chegando numa certa altura, voa para baixo e pousa na base de outra árvore, recomeçando a escalar. Vive sozinho ou em casais. Arborícola, movimenta-se com freqüência sob galhos horizontais. Do alto deixa-se cair, de asas e cauda abertas, para recomeçar a subida, ou dirige-se, da copa, em vôo rápido para árvore mais distante. Voa silenciosamente. Revela seu nervosismo sacudindo as asas; quando ameaçado esconde-se por detrás dos troncos com as asas entreabertas.

Pode ser encontrado nas savanas do Suriname, Uruguai, Argentina, Paraguai e Bolívia. No Brasil distribui-se de Marajó ao restante do país extra-amazônico.

Fonte: WikiAves